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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR - PAPINHA


®    A papa salgada deve ter um alimento de cada grupo:
·         CEREAIS OU TUBÉRCULOS: mandioca, arroz, batata, inhame, macarrão, polenta, etc
·         HORTALIÇAS: folhas ou legumes
·         ORIGEM ANIMAL: carne, frango, ovo, peixe;
·         LEGUMINOSAS: feijão (carioca, branco, preto), ervilha, lentilha, grão de bico)
®    A partir dos 12 meses servir as 3 refeições principais, (CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTAR) + 2 LANCHES durante o dia, como frutas ou mingau.
®    A alimentação complementar (frutas, ou outros alimentos entre as refeições) deve ser oferecida SEM RIGIDEZ de horário, respeitando a vontade da criança;
®    Após 6 meses de vida a capacidade gástrica (tamanho do estômago) do bebê de 20-30 ml/ kg de peso.
®    Saber diferenciar quando a criança está chorando por FOME ou outras coisas como: frio, dor de barriga, sede, sono, fralda, etc...
®    Não fazer TROCA OU DAR PRÊMIOS para que a criança coma tudo; isto prejudica seu entendimento para saber quando realmente está satisfeito e não quer mais.


sábado, 16 de julho de 2011

MEU FILHO NÃO COME... E AGORA?



Esta é uma pergunta muito comum feita pelas mães de pequeninos ou crianças em idade escolar (6 a 12 anos), faixa em que as crianças recusam ingerir alimentos, sendo também muito comum esta atitude por preferirem fazer outras atividades como brincar ou assistir TV;
A educação nutricional deve ser iniciada desde o nascimento da criança, quando a mãe coloca horário para as mamadas, posteriormente para as papinhas e conseqüentemente nas refeições, quando crianças; A criança precisa de disciplina e esta pode ser iniciada com os horários das refeições;  Elas nascem ser saber o que é bom ou ruim, o que são os doces ou refrigerantes e quem “os apresenta” são os próprios pais, portanto a REEDUCAÇÃO ALIMENTAR precisa ser iniciada com os adultos, para que sejam os exemplos para os menores.
Os adultos quando estão ansiosos, agitados, tristes ou alegres podem comer mais ou não, nas crianças também, estes estados emocionais podem interferir em seu apetite;
ü  A primeira dica é NÃO TROCAR o horário da refeição por mamadeiras (leite), lanches, doces, danones, biscoitos ou salgadinhos; a criança precisa entender que aquela é à hora de “comer comida” e que outros alimentos não o satisfarão nem o alimentarão de forma saudável. Se a criança recusar a oferta do alimento, ela deverá esperar pela outra refeição, assim terá fome e comerá;
ü   Assim como para os adultos, as crianças precisam de refeições distribuídas durante o dia a cada 3-4 horas para que não fique “beliscando” fora de hora;
ü   O tamanho da porção que a criança agüenta comer, devido ao seu porte físico e tamanho do estômago, pode parecer pequena para os padrões de adultos; DICA: oferecer 1 colher de sopa de cada alimento para cada ano de idade e se a criança ainda tiver fome servir um pouquinho a mais;
ü   TAMBÉM NÃO VALE a troca/ chantagem com a criança dizendo aquela frase: “SE COMER TUDO GANHARÁ A SOBREMESA”, por 2 motivos:
ü  Se o tamanho da porção colocado no prato for maior que a capacidade da criança em comer, você “forçará” a comê-lo, dilatando seu estômago ou fazendo que coma até que sinta mal;
ü  A criança entenderá que: a “comida é ruim”, mas se eu comer ganho o doce “que é muito melhor”, então vale a pena!... o que não é verdade e carregará também o sentimento de que toda vez que se sentir “pressionado” pode ir compensar o sentimento comendo DOCES.
ü   A criança precisa aprender a conhecer os sabores, texturas e aromas de cada alimento, não vale “mascarar” os ingredientes nas preparações a fim de enganá-lo, pois as vezes a criança diz que NÃO GOSTA ou não come determinado alimento, quando na verdade come sem saber e ainda gosta, então deve-se trabalhar de forma clara e sem mentiras para as crianças;
ü   Leve a criança para fazer compras com você seja no supermercado ou feira livre, mostre a ela os alimentos, deixe que experimente;
ü   Limite com ele na compra a quantidade de doces ou biscoitos que poderão ser consumidos durante o mês;
ü   O que vale é enfeitar o prato, brincar com as cores dos alimentos para que fiquem pratos atrativos e apetitosos.


LEMBRANDO sempre que as crianças “imitam” os mais velhos e estão sempre observando e aprendendo, por isto seja um exemplo também na hora das refeições.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

EXCESSO DE PESO DURANTE A GESTAÇÃO



GANHO DE PESO DURANTE A GESTAÇÃO:

· A alimentação tem papel fundamental para a vida, principalmente na gestação, uma   etapa da vida que necessita de  grande quantidade de energia e nutrientes para a formação do bebê.

· O pré-natal no Brasil serve para  dar assistência e orientação nutricional desde o período de gravidez até amamentação, para acompanhar este de ganho de peso da gestante e do bebê.

· Um acompanhamento de ganho de peso adequado e de qualidade tem se tornado cada vez mais necessário não só para as gestantes com baixo peso, mas principalmente para as mulheres que apresentam sobrepeso pré-gestacional a fim de evitar       ganho excessivo de peso durante a gravidez

Mas quanto eu posso engordar?

· O Ministério da Saúde oferece uma   curva de ganho de peso para cada semana de gestação
em relação IMC  da gestante, onde IMC = peso                                                                               
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 · Para as gestantes com:

            - BAIXO PESO: ganho de 12,5 a 18 kg.
            - EUTROFIA: ganho de 12 a 16 kg.
            - SOBREPESO: ganho de peso adequado fica entre 6,8 kg e 11,5 kg.

 Conseqüências do grande aumento de peso durante a gestação:

¨ A obesidade traz consigo outras co-morbidades (doenças causadas por uma doença anterior) e durante a gestação isto não é diferente, o sobrepeso pode   acarretar em:
            - diabetes gestacional,
            - hipertensão arterial,
            - Um bebê GIG (grande para a idade gestacional/ macrossômico);
            - Chance de o parto ser por uma cesárea e   
- As complicações pós-operatórias.

Cuidados nutricionais: 
¨ A gestante deve ter uma alimentação equilibrada, e não “comer por dois”!
¨ Consumir leite e  derivados, como queijo e  iogurte;  fontes de Cálcio -importante para um bom desenvolvimento dos ossos do bebê.
¨ Carnes como frango, peixe e carne vermelha, sem gordura; fontes de proteína para crescimento e desenvolvimento do bebê.
¨ Fontes de ferro, como: vísceras, carne vermelha e vegetais verde-escuro, bom para o fornecimento de Oxigênio para o  bebê.
¨ Alimentos fontes de vitamina C, como frutas cítricas: laranja, limão, acerola, brócolis, espinafre...
¨ Ingerir no mínimo 2 litros de água por dia;

Conforme mostra o gráfico abaixo, de acordo com o seu estado nutricional ANTES DA GESTAÇÃO, observe qual linha de ganho de peso você deve seguir:




Faça um acompanhamento adequado de pré-natal e se necessário consulte um nutricionista!